sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Uma Senhora no Supermercado

Uma Senhora no Supermercado

Hoje eu estava andando no supermercado e de repente ouvi um barulho de coisas quebrando. Cruzei os corredores e vi que algumas pessoas murmuravam em voz baixa. Quando entrei no corredor onde eles olhavam, vi uma cena triste.
Uma Sra. Ela tinha batido com o carrinho na prateleira de pratos e copos e muitos tinham caído.
Ajoelhada, desesperada, juntava os pedaços, enquanto o seu esposo pegava cada código de barra de cada louça quebrada dizendo: viu? Agora terás que pagar tudo isso. Cena triste. Alguém que errou e se tornou um espetáculo, tendo todos os olhares voltados para ela. Quando me ajoelhei ao lado dela para lhe explicar que não se preocupasse, veio um jovem, ajoelhou-se ao lado de nós e disse-lhe:
- Deixa, que os funcionários da limpeza recolhem. Vai para o hospital para que vejam essa ferida na tua mão.
Ela olhou para ele, envergonhada e disse:
- Não. Tenho que juntar isso pra pagar.
O jovem disse:
- Calma!!!! Temos seguro para esse tipo de perda e você não precisa pagar nada. Segue, vai!
Quando o jovem se levantou, pude ver que ele tinha a identificação de gerente do supermercado."
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Pra vc que leu até aqui, gostaria que vc me desse um minuto. Onde você estiver, feche os olhos e imagina Deus fazendo o mesmo por você!
Vai buscar os pedaços do teu  pelos golpes que a vida vem te dando, vai curar-te toda ferida e te garanto que os teus pecados e erros serão perdoados. Há um seguro chamado graça 🙏, que quando você reconhece que você errou e o aceita como seu único e exclusivo Salvador, o gerente da existência do universo (Deus) vai te dizer: "já está tudo pago"... Segue, vai!
Errar é normal, reconhecer os erros e tentar melhorar, é para poucos!
#DeusÉMaisSempre.
Pense nisso:

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Ano novo...Vida velha?


Ano novo...Vida velha?
               
Estamos prestes a entrar em mais um ano. Eita beleza vamos esquecer 2018 e entrar no tão sonhado 2019. Ai que nos enganamos, pois 2018 foi um ano de experiências e 2019 será um ano de conquistas.
Não podemos ficar presos em uma vida passada, pois ela pode trazer dessabores, so que aprendemos muito com o passar dos tempos. Vamos entender o que representa o ano novo.
O ano-novo do calendário Gregoriano começa em 1º de janeiro, assim como era no calendário romano. A comemoração ocidental tem origem num decreto do líder romano Júlio César, que fixou o 1º de janeiro como o "dia do ano-novo" em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro deriva do nome de Jano, que tinha duas faces (sendo, portanto, bifronte) – uma voltada para frente (visualizando o futuro) e a outra para trás (visualizando o passado).
                Existem inúmeros calendários que permanecem em uso em certas regiões do planeta e que calculam a data do ano-novo de forma diferente. Com a expansão da cultura ocidental para muitos outros lugares do mundo durante séculos recentes, o calendário gregoriano foi adotado por muitos outros países como o calendário oficial e a data de 1º de janeiro tornou-se global para se comemorar o ano-novo, mesmo em países com suas próprias celebrações em outros dias (como Israel, China e Irã).
                Não vamos nos utilizar, dos dogmas antigos, quando pessoas, reis, mudavam os calendários a seu bel prazer, mas vamos olhar para o futuro não esquecendo o passado, ou seja o passado foi uma lição que consegui vencer, e o futuro saberei administrar melhor, para que possa obter sempre uma grande vitória em minha vida.
Sou o Pastor Jandiro, O Câncer quer me levar, só que aprendi a lutar contra ele. Minhas armas? 1º Minha família. 2º Meus médicos. 3º a quimioterapia e os remédios. E o principal de tudo, Sabendo que Deus está no controle.    

domingo, 30 de dezembro de 2018

Perdão: Ato sublime ou obrigação?

Perdão: Ato sublime ou obrigação?

                Perdão. Uma palavra como outra qualquer, mais seu significado vem trazendo muitas consequências às pessoas que, por mera ignorância, não sabem utilizar como se deve.
                O perdão é algo que nasce no coração, e morre no esquecimento. Perdão não é um sentimento, mas um ato. É um processo mental ou espiritual que tem por objetivo cessar o ressentimento tóxico (dentre eles, o principal é a raiva) contra outra pessoa ou contra si, decorrente de uma ofensa percebida, por diferenças, erros ou fracassos. Trata-se de uma habilidade que precisa de treino.
                Perdoar é esquecer, jogar no fundo do poço e consequentemente tapar com algo que ninguém possa resgatar.
                 O Professor Paulo Vieira (PHD, Doutor e Palestrante entre outras aptidões) traz visões interessantes sobre o perdão. “Perdoando, você assume a responsabilidade por como você se sente. Você recupera a sua força e reassume o pleno controle sobre seu destino. Perdão é para você e não para o autor da afronta, pois perdoar é remédio para a sua cura e não para a cura ou impunidade da pessoa que lhe fez sofrer. Perdoar é a paz que você aprende a sentir quando libera quem lhe fez mal. Ao perdoar, você se ajuda a ter mais controle sobre seus pensamentos, além de obter melhora em sua saúde física e mental. Perdão é também se tornar um herói feliz e não uma vítima sofredora. Perdão é uma escolha, uma decisão, uma restituição. Perdoando você rompe as correntes do sofrimento e passa a dar passos livres em sua vida.”
                Dentre todas as suas referências, quero destacar: “Perdão é para você e não para o autor da afronta pois perdoar é remédio para a sua cura e não para a cura ou impunidade da pessoa que lhe fez sofrer. Perdoar é a paz que você aprende a sentir quando libera quem lhe fez mal.” Esse remédio tão pouco usado e quando usado é de forma errônea, tornando o ser humano como um super-homem, não como um necessitado. 
                Muitas vezes pergunto a mim mesmo; “E o que não é perdão?
·         Perdão não é fechar os olhos para os maltratados;
·         Perdão não é esquecer algo doloroso;
·         Perdão não é necessariamente se reconciliar com o autor da afronta;
·         Perdão não é desculpar o mau comportamento;
·         Perdão não é negar ou minimizar seu sofrimento;
·         Perdão não significa desistir de ter bons sentimentos e perspectivas.
Se o amor não flui dentro de você, isso significa que a sua vida pode estar morrendo. Você nasceu para amar, mas se tem rancor está doente. Isso lhe impede de se relacionar e ter sucesso.

Estamos na época de final de ano tão chamada como a data máxima da Cristandade. Libere o perdão e você trará Paz para seu coração.
Sou o Pastor Jandiro Lutando contra um Câncer que me faz sofrer por muitos anos, estarei vencendo, tenho ajuda dos médicos e da quimioterapia. Mais o câncer da arrogância somente a própria pessoa pode curar

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Senhor José Carlos: O orgulhoso


Senhor José Carlos: O orgulhoso

                Na década de 60 em pleno auge dos Beatles, calça boca de sino, e os longos topetes ala Elvis, era o carimbo dos jovens “pra frente”.
                Nessa época na cidade de São Domingos, lá no extremo Norte mais precisamente no Para, vivia Zé Carlos, nada de chamar de José, isso é careta.  Zé Carlos, parecia o grande personagem criado com Zé Bonitinho, o perigote das meninas. Todas tardes de sábado Zé se arrumava, não deixava de passar bons perfumes, Embase nos cabelos para segurar os belos cabelos loiros. Quem viveu nessa época lembrasse muito bem. Pegava seu rádio portátil com capa de couro, (couro legitimo mesmo) e ia digamos paquerar. Era uma boa pessoa, somente tinha um grande defeito era orgulhoso.
                Mais, o que é o orgulho: O orgulho em excesso pode se transformar em vaidade, ostentação, soberba, o que, segundo as religiões e os teólogos consideram, leva ao chamado egoísmo, sendo visto então como uma emoção negativa. Algumas pessoas classificam o orgulho como exagerado quando se torna um tipo de satisfação incondicional ou quando o próprio valor pessoal é superestimado, acreditando-se ser melhor ou mais importante do que os outros. Para muitos, o orgulho, na forma negativa, é um sentimento de fraqueza, de necessidade de autoafirmação.  José (desculpe) Zé Carlos tinha tudo isso e mais um pouco, era Narcisista também.   
                Nos bailes de sábado à noite ele se divertia até o amanhecer. Domingo? Passava dormindo, pois na segunda tinha que enfrentar o seu desafio, o trabalho. Era ajudante de empilhador. Trabalhava nas Industrias Brasil lá na Avenida Brasil. Era uma dura jornada até a hora do almoço. Comia depressa e passava a contar suas peripécias. O quê! Sim, aumentava muito.
                O tempo passa e agora com a idade avançada, ele já passou a ser conferente, os Beatles acabaram as calças boca de Sino se foi. Agora em uma posição de chefia tinha que ser tratado não mais como Zé e sim Senhor José Carlos. Só que o orgulho não ficou de lado o bonitão já mais acabado, careca, bigodudo, calças jeans, mudou muito mais as conversas permaneciam.
                Algumas pessoas consideram que o orgulho para com os próprios feitos é um ato de justiça para consigo mesmo, como reconhecimento. É uma forma de elogiar a si próprio, dando forças para evoluir rumo a um projeto de vida mais amplo e melhor. O orgulho ou honra própria pode ser um fator determinante na caminhada para o sucesso no âmbito familiar e profissional. Uma pessoa que tenha orgulho pelos outros costuma ser socialmente vista de uma forma positiva, como uma atitude altruísta.
                Não seja orgulhoso. Mais faça sua história, ela sempre vai ser linda.   
Pastor Jandiro
prjandiro@hotmail.com

domingo, 16 de dezembro de 2018

Vendendo e comprando ilusões.


Vendendo e comprando ilusões.

                Ilusão. É uma confusão dos sentidos que provoca uma distorção da percepção. Todos os sentidos podem ser confundidos por ilusões, mas as visuais são mais conhecidas. Uma vez que a percepção é baseada na interpretação dos sentidos, as pessoas podem experimentar ilusões de formas diferentes. Vinicius de Moraes em seu “Soneto de aniversário” na sua primeira parte definiu:
Passem-se dias, horas, meses, anos.
Amadureçam as ilusões da vida.
Prossiga ela sempre dividida,
Entre compensações e desenganos.
                Não deixe que a Ilusão leve você por caminhos que possa não ter volta, caminhos que não tenha mais correção. Conserte enquanto é tempo.
                A ilusão tem levado pessoas as mais errôneas estradas da vida, sempre se esquecendo, que a estrada da vida é uma via de uma mão só, conduzindo a eternidade.
                Tenho visto isso durante meus dias aqui nessa Terra abençoada por Deus que muitos até descobriram seus erros, mais já era tarde demais. Um dia Jesus disse: “Errais por não conhecerem a escrituras” Imagino eu que Jesus via a grande e longa (para alguns, curta para outros) estrada da vida.
                Hoje ao acordar lembrava-me das aulas de matemática na matéria de Trigonometria, quando eram colocado um desenho algumas medidas e tínhamos de calcular várias figuras, quando não dava certo nosso mestre dizia: “Primeiro procure onde você errou, corrija e bola pra frente” E assim que nós fazíamos.
                Se você está na estrada da Vida e vê que algo está errado, não adianta continuar. Reflita ache teu erro, corrija e continue. Voce tem muito que andar, muitos obstáculos a vencer.
                 Isso veio na mente de um velho pastor, que cuida de vidas preciosas, quando sua vida está sendo cuidada por médicos, e dirigida por Deus.
Pastor Jandiro
prjandiro@hotmail.com

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Uma senhora por nome Maria Antônia


Uma Senhora por nome Maria Antônia

            São Paulo década de sessenta, vivíamos uma insegurança, pois alguns apoiavam outros não o tão falado regime militar. Para uns foi muito bom, outros não. Até nos dias de hoje temos divergências, e como temos.
            O ano de 1968 foi um momento de forte resistência da classe estudantil, que era majoritariamente contrária ao regime militar Em 1964, houve uma divisão da classe média brasileira que, em cima da propaganda anticomunista e, apoiou a deposição do presidente João Goulart e passou a esperar por uma transição rápida para a democracia.
Nos quatro anos seguintes, sem perspectiva de abertura e diante de uma política econômica recessiva e de sinais de violência por parte dos militares, a maior parte da classe média começou a se posicionar contra o regime militar. Seus filhos, mais de 200 mil estudantes universitários e centenas de milhares secundaristas, seguiam pelo mesmo caminho. A universidade brasileira vivia uma crise de sentido: não servia a quem queria mudanças na sociedade e nem ao capitalismo brasileiro, que vivia uma fase de modernização. As condições de luta no segundo semestre eram mais difíceis: muitos estudantes foram presos e a polícia se empenhava em acabar com as ocupações em universidades.
Pelo fato de abrigar a Faculdade de Filosofia da USP e a Universidade Mackenzie, a rua Maria Antônia, no centro da capital paulista, foi palco da luta entre estudantes de esquerda e de direita, no começo de outubro de 1968. Os estudantes se enfrentavam como podiam - pedras, paus e até bombas - e a polícia assistia a tudo sem intervir. Os estudantes de direita, ligados ao CCC incendiaram o prédio da USP com coquetéis mocotó. Depois de dois dias de enfrentamento, um tiro vindo do prédio do Mackenzie feriu mortalmente o jovem secundarista José Guimarães. Os estudantes da USP, com a camisa ensanguentada do estudante, tomaram as ruas de São Paulo e entraram em choque com a repressão. Ao final do conflito, a polícia invadiu os prédios da USP e do Mackenzie e prendeu dezenas de estudantes.
                Esses conflitos se deu na Rua Maria Antônia em São Paulo. Dona Maria Antônia participou de tudo isso. Os tempos se passaram e ela se casou e muito cedo perdeu seu amado, já eram tempos de paz, a “Democracia”.
Como o tempo se passou, chegou a idade e dona Maria Antônia, como era conhecida, e gostava de ser chamada – Seu nome fez história, triste mas fez, não se casou mais e vários dias por semana após semanas passava com sua bengala, indo pra um lugar ignorado. Não faltava nem vai faltar curiosos para bisbilhotar a vida daquela mulher de mais de 80 anos, estudada, sempre no mesmo horário 18:45 hs passava pelo mesmo lugar a mesma rua e causava curiosidade aos que à viam. Sr José de Almeida um homem de meia idade perguntou certa vez. – Dona Maria pra onde a senhora vai, com todo respeito, linda perfumada? Com um sorriso cansado pelas rugas da idade ela respondeu, sem levantar a cabeça e parar, – Vou encontrar meu Noivo! Um dia movido pela curiosidade (dizem que a curiosidade matou o gato) Sr. José pediu e lhe acompanhou. Demorou para chegarem poucas quadras adiante. Chegando a um velho salão ela entrou, sr José titubeou e entrou também, ambos sentaram, não antes de Dona Maria Antônia se ajoelhar e em poucas palavras dizer em voz alta. – Graças te dou Senhor por me livrastes, de ter mudado minha vida e principalmente ter conhecido o Senhor.  Levantou e disse sorrindo ao Sr. José Acabei de falar com Jesus ele é a fonte de minha existência. Sr José sem entender pergunta – E seu noivo dona Maria Antônia?  - Agora sorrindo ela responde: - Eis que tudo se fez novo, Jesus me transformou e faço parte da NOIVA DO CORDEIRO, sou grata a Ele. Naquela noite Sr. José conheceu Jesus e foi mais uma alma a se converter aos pés do Senhor.
                Misturei realidade com ficção. Espero que a mensagem atinja seu coração.

Pastor Jandiro A Silva, um homem acima de tudo servo do Senhor que luta contra um câncer, mais não solta da Palavra de Deus.

domingo, 18 de novembro de 2018

Novo - O catador de reciclagem e a escada


O catador de reciclagem e a escada

                João Silva foi um homem bem de vida.  Sua empresa ia de vento em polpa, empregados e porque não dizer dinheiro lazer e muita fartura. Poderíamos dizer que estava no topo da escada da vida. Vamos pensar antes em uma simples escada.
                A escada parece ter surgido 2000 anos antes de Cristo. Os egípcios e os hebreus foram os primeiros a construir escadas. O curioso é que elas eram feitas mais como decoração de tumbas e monumentos do que para uso prático. 
         Pelo século X a.C. apareceram as primeiras escadas em Atenas e depois em Roma. No Coliseu Romano havia uma escada abandonada (de cobertura encurvada) que provavelmente foi a primeira a ser construída nesse estilo. Se viajarem ao Egito, irão ver que dentro das pirâmides a escadas, mas não com a mesma finalidade das de hoje, e sim como decoração! A escada com a finalidade de hoje em dia foi aparecer depois de cristo, mas não me pergunte em que pais.
                Voltando ao João (um nome fictício) que achei para minha fictícia história. Certo dia as coisas começaram a não dar certo na empresa do João; Solução simples “Dispensaremos funcionários. João nunca pensou que atrás do seu funcionário existia famílias e mais famílias que viviam do ganho do seu empregado. De pouco a pouco acabaram os funcionários e seus bens já estavam todos comprometidos com dividas. Veio a resposta, perdeu a família e agora não tinha mais nada.
                Com o pouco dinheiro que restou comprou uma carroça, um burro e uma escada, começou a pegar reciclagem na rua. Quando achava comia, sem achado, sem comida vida dura. O que intrigava os que o viam e simplesmente perguntavam. Sr João o burro puxa a carroça que carrega a reciclagem, e a escada pra que serve? Ele sempre respondia. “Pra que eu possa lembrar que já estive lá no topo e não aprendi a me sustentar, por isso cai. Hoje estou em baixo, quem sabe possa um dia alcançar os degraus superiores.
                Moral da história: A escada é um instrumento tanto para subir (devagar) também para descer (bem rápido). Não sei que degrau você está cuide dele, pois demora e é pesado, só que descer é rápido e leva menos tempo.
É uma ficção, só que acontece com muitos.

Pastor Jandiro
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