segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Ano novo...Vida velha?


Ano novo...Vida velha?
               
Estamos prestes a entrar em mais um ano. Eita beleza vamos esquecer 2018 e entrar no tão sonhado 2019. Ai que nos enganamos, pois 2018 foi um ano de experiências e 2019 será um ano de conquistas.
Não podemos ficar presos em uma vida passada, pois ela pode trazer dessabores, so que aprendemos muito com o passar dos tempos. Vamos entender o que representa o ano novo.
O ano-novo do calendário Gregoriano começa em 1º de janeiro, assim como era no calendário romano. A comemoração ocidental tem origem num decreto do líder romano Júlio César, que fixou o 1º de janeiro como o "dia do ano-novo" em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro deriva do nome de Jano, que tinha duas faces (sendo, portanto, bifronte) – uma voltada para frente (visualizando o futuro) e a outra para trás (visualizando o passado).
                Existem inúmeros calendários que permanecem em uso em certas regiões do planeta e que calculam a data do ano-novo de forma diferente. Com a expansão da cultura ocidental para muitos outros lugares do mundo durante séculos recentes, o calendário gregoriano foi adotado por muitos outros países como o calendário oficial e a data de 1º de janeiro tornou-se global para se comemorar o ano-novo, mesmo em países com suas próprias celebrações em outros dias (como Israel, China e Irã).
                Não vamos nos utilizar, dos dogmas antigos, quando pessoas, reis, mudavam os calendários a seu bel prazer, mas vamos olhar para o futuro não esquecendo o passado, ou seja o passado foi uma lição que consegui vencer, e o futuro saberei administrar melhor, para que possa obter sempre uma grande vitória em minha vida.
Sou o Pastor Jandiro, O Câncer quer me levar, só que aprendi a lutar contra ele. Minhas armas? 1º Minha família. 2º Meus médicos. 3º a quimioterapia e os remédios. E o principal de tudo, Sabendo que Deus está no controle.    

domingo, 30 de dezembro de 2018

Perdão: Ato sublime ou obrigação?

Perdão: Ato sublime ou obrigação?

                Perdão. Uma palavra como outra qualquer, mais seu significado vem trazendo muitas consequências às pessoas que, por mera ignorância, não sabem utilizar como se deve.
                O perdão é algo que nasce no coração, e morre no esquecimento. Perdão não é um sentimento, mas um ato. É um processo mental ou espiritual que tem por objetivo cessar o ressentimento tóxico (dentre eles, o principal é a raiva) contra outra pessoa ou contra si, decorrente de uma ofensa percebida, por diferenças, erros ou fracassos. Trata-se de uma habilidade que precisa de treino.
                Perdoar é esquecer, jogar no fundo do poço e consequentemente tapar com algo que ninguém possa resgatar.
                 O Professor Paulo Vieira (PHD, Doutor e Palestrante entre outras aptidões) traz visões interessantes sobre o perdão. “Perdoando, você assume a responsabilidade por como você se sente. Você recupera a sua força e reassume o pleno controle sobre seu destino. Perdão é para você e não para o autor da afronta, pois perdoar é remédio para a sua cura e não para a cura ou impunidade da pessoa que lhe fez sofrer. Perdoar é a paz que você aprende a sentir quando libera quem lhe fez mal. Ao perdoar, você se ajuda a ter mais controle sobre seus pensamentos, além de obter melhora em sua saúde física e mental. Perdão é também se tornar um herói feliz e não uma vítima sofredora. Perdão é uma escolha, uma decisão, uma restituição. Perdoando você rompe as correntes do sofrimento e passa a dar passos livres em sua vida.”
                Dentre todas as suas referências, quero destacar: “Perdão é para você e não para o autor da afronta pois perdoar é remédio para a sua cura e não para a cura ou impunidade da pessoa que lhe fez sofrer. Perdoar é a paz que você aprende a sentir quando libera quem lhe fez mal.” Esse remédio tão pouco usado e quando usado é de forma errônea, tornando o ser humano como um super-homem, não como um necessitado. 
                Muitas vezes pergunto a mim mesmo; “E o que não é perdão?
·         Perdão não é fechar os olhos para os maltratados;
·         Perdão não é esquecer algo doloroso;
·         Perdão não é necessariamente se reconciliar com o autor da afronta;
·         Perdão não é desculpar o mau comportamento;
·         Perdão não é negar ou minimizar seu sofrimento;
·         Perdão não significa desistir de ter bons sentimentos e perspectivas.
Se o amor não flui dentro de você, isso significa que a sua vida pode estar morrendo. Você nasceu para amar, mas se tem rancor está doente. Isso lhe impede de se relacionar e ter sucesso.

Estamos na época de final de ano tão chamada como a data máxima da Cristandade. Libere o perdão e você trará Paz para seu coração.
Sou o Pastor Jandiro Lutando contra um Câncer que me faz sofrer por muitos anos, estarei vencendo, tenho ajuda dos médicos e da quimioterapia. Mais o câncer da arrogância somente a própria pessoa pode curar

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Senhor José Carlos: O orgulhoso


Senhor José Carlos: O orgulhoso

                Na década de 60 em pleno auge dos Beatles, calça boca de sino, e os longos topetes ala Elvis, era o carimbo dos jovens “pra frente”.
                Nessa época na cidade de São Domingos, lá no extremo Norte mais precisamente no Para, vivia Zé Carlos, nada de chamar de José, isso é careta.  Zé Carlos, parecia o grande personagem criado com Zé Bonitinho, o perigote das meninas. Todas tardes de sábado Zé se arrumava, não deixava de passar bons perfumes, Embase nos cabelos para segurar os belos cabelos loiros. Quem viveu nessa época lembrasse muito bem. Pegava seu rádio portátil com capa de couro, (couro legitimo mesmo) e ia digamos paquerar. Era uma boa pessoa, somente tinha um grande defeito era orgulhoso.
                Mais, o que é o orgulho: O orgulho em excesso pode se transformar em vaidade, ostentação, soberba, o que, segundo as religiões e os teólogos consideram, leva ao chamado egoísmo, sendo visto então como uma emoção negativa. Algumas pessoas classificam o orgulho como exagerado quando se torna um tipo de satisfação incondicional ou quando o próprio valor pessoal é superestimado, acreditando-se ser melhor ou mais importante do que os outros. Para muitos, o orgulho, na forma negativa, é um sentimento de fraqueza, de necessidade de autoafirmação.  José (desculpe) Zé Carlos tinha tudo isso e mais um pouco, era Narcisista também.   
                Nos bailes de sábado à noite ele se divertia até o amanhecer. Domingo? Passava dormindo, pois na segunda tinha que enfrentar o seu desafio, o trabalho. Era ajudante de empilhador. Trabalhava nas Industrias Brasil lá na Avenida Brasil. Era uma dura jornada até a hora do almoço. Comia depressa e passava a contar suas peripécias. O quê! Sim, aumentava muito.
                O tempo passa e agora com a idade avançada, ele já passou a ser conferente, os Beatles acabaram as calças boca de Sino se foi. Agora em uma posição de chefia tinha que ser tratado não mais como Zé e sim Senhor José Carlos. Só que o orgulho não ficou de lado o bonitão já mais acabado, careca, bigodudo, calças jeans, mudou muito mais as conversas permaneciam.
                Algumas pessoas consideram que o orgulho para com os próprios feitos é um ato de justiça para consigo mesmo, como reconhecimento. É uma forma de elogiar a si próprio, dando forças para evoluir rumo a um projeto de vida mais amplo e melhor. O orgulho ou honra própria pode ser um fator determinante na caminhada para o sucesso no âmbito familiar e profissional. Uma pessoa que tenha orgulho pelos outros costuma ser socialmente vista de uma forma positiva, como uma atitude altruísta.
                Não seja orgulhoso. Mais faça sua história, ela sempre vai ser linda.   
Pastor Jandiro
prjandiro@hotmail.com

domingo, 16 de dezembro de 2018

Vendendo e comprando ilusões.


Vendendo e comprando ilusões.

                Ilusão. É uma confusão dos sentidos que provoca uma distorção da percepção. Todos os sentidos podem ser confundidos por ilusões, mas as visuais são mais conhecidas. Uma vez que a percepção é baseada na interpretação dos sentidos, as pessoas podem experimentar ilusões de formas diferentes. Vinicius de Moraes em seu “Soneto de aniversário” na sua primeira parte definiu:
Passem-se dias, horas, meses, anos.
Amadureçam as ilusões da vida.
Prossiga ela sempre dividida,
Entre compensações e desenganos.
                Não deixe que a Ilusão leve você por caminhos que possa não ter volta, caminhos que não tenha mais correção. Conserte enquanto é tempo.
                A ilusão tem levado pessoas as mais errôneas estradas da vida, sempre se esquecendo, que a estrada da vida é uma via de uma mão só, conduzindo a eternidade.
                Tenho visto isso durante meus dias aqui nessa Terra abençoada por Deus que muitos até descobriram seus erros, mais já era tarde demais. Um dia Jesus disse: “Errais por não conhecerem a escrituras” Imagino eu que Jesus via a grande e longa (para alguns, curta para outros) estrada da vida.
                Hoje ao acordar lembrava-me das aulas de matemática na matéria de Trigonometria, quando eram colocado um desenho algumas medidas e tínhamos de calcular várias figuras, quando não dava certo nosso mestre dizia: “Primeiro procure onde você errou, corrija e bola pra frente” E assim que nós fazíamos.
                Se você está na estrada da Vida e vê que algo está errado, não adianta continuar. Reflita ache teu erro, corrija e continue. Voce tem muito que andar, muitos obstáculos a vencer.
                 Isso veio na mente de um velho pastor, que cuida de vidas preciosas, quando sua vida está sendo cuidada por médicos, e dirigida por Deus.
Pastor Jandiro
prjandiro@hotmail.com