sábado, 29 de abril de 2017

Greve? Que greve!

Greve? Que greve!

                Greve? Ou simplesmente uma paralisação! A Greve foi um instrumento para forçar patrões e governantes sobre algo que beneficiaria ou prejudicaria o trabalhador, a família e porque não dizer a sociedade de um modo geral.  Precisamos entender o que queremos e onde podemos chegar.
Greve, no âmbito das relações trabalhistas, parada organizada da produção por um grupo de trabalhadores a fim de obrigar o empresário a aceitar suas exigências salariais ou de melhoria das condições de trabalho. Às vezes, empreende-se por motivos puramente políticos e não trabalhistas para forçar o governo a aceitar determinadas exigências dos trabalhadores ou como arma para derrubá-lo durante uma revolução. Via de regra, é convocada por um sindicato. Também se pode convocar em solidariedade aos trabalhadores de outro setor industrial ou para impedir que o empresário adote medidas que os trabalhadores considerem perniciosas e contrárias aos seus interesses, como sua dispensa não justificada.
Entre as mais importantes, destaca-se a produzida na Rússia em 1917, que se originou das ações revolucionárias dirigidas pelos bolcheviques e representou o início da
           Houve um  cineasta brasileiro nascido no Rio de Janeiro. Oriundo do cineclubismo e do Centro Popular de Cultura estudantil, por nome Leon, já falecido não me lembro o ano que foi o braço urbano do cinema novo.  Retratou as lutas do operariado brasileiro em documentários como ABC da greve (1980) “Eu estava lá” e filmes de ficção como Eles não usam black-tie (1981), vencedor do festival de Veneza. “Todas as lutas sociais passam pela família, que pode ser a base da resistência popular”, afirmou sobre sua dramaturgia.
            Lula líder sindicalista e político brasileiro, Na década de 1970 destacou-se por sua atuação na liderança do sindicato dos metalúrgicos de São Bernardo do Campo, em São Paulo, quando, ao lado de reinvidicações trabalhistas, fez oposição aos governos militares, hoje esta mudado mais nada apaga a historia. “Só a TV, com suas (digamos historias fantasiosas)”. Não se iluda não gosto dele nem do PT. Mas sou aliado da verdade.
            A greve do dia 28 de Abril,  não entendi nada. Pois o que não foi feito na sexta será feito na segunda. As greves de São Bernardo somente acabavam quando uma das partes cedia. Outra queimar ônibus, quebrar lojas e bancos somente aumenta nossa contribuição aos ricos, pois (Hoje quem paga sou eu) Gostaria de saber os políticos ao menos ouviram? Não. Continuam a mamar nas grandes tetas do governo, que é sustentado por nós.


Falei e disse.   Jandiro também é cultura.


Pastor Jandiro 

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